fuck it, i don't give a fuck
A gente é mulher, a gente se entende

Roupa, cabelo, corpo, maquiagem, homem… Que mulher nunca se preocupou com isso? Que mulher nunca se preocupou com aquele furinho nas costas da blusa, ou com o cabelo “pixaim”? Que mulher nunca se preocupou com a maquiagem borrada? Que mulher nunca se preocupou com aqueles quilinhos a mais? Que mulher nunca sofreu por uma canalha? Eu mesma respondo, nenhuma. Sabe aqueles quilinhos a mais que ganhou na sexta passada? Toda mulher vai fazer de tudo pra perder no decorrer da semana. Uma mulher, aquelas de verdade, detesta ser comparada, detesta. Da mesma forma que detesta que a chamem de gorda. Sabe quando a unha quebra? Pois é, dá vontade de explodir. Quando você ver uma mulher de tpm, por favor, não chegue nem perto… Deveria haver uma placa, escrito “DANGER”. Toda mulher já se preocupou com a roupa da festa de quinze, ou a roupa pra ir a um casamento. Até roupa pra ficar em casa precisa ser escolhida. Toda mulher está a espera de um príncipe encantado. Mas não daqueles fictícios, e sim daqueles que sabem dar amor, e os que sabem ser amados. Toda mulher sonha em encontrar as pessoa certa, a “cara metade”. Sonha que um dia encontre um homem, e não mais um garoto. Toda mulher tem suas preocupações… Toda mulher, sabe amar, mas não pensem que somos ingênuas, porque, toda mulher sabe fazer sofrer. Mulher sabe ser amarga, e doce também. Sabe ser fria, grossa, mas também entende bem de meiguice. Toda mulher já chorou por um canalha e riu de um também. Toda mulher usa um tênis ou all-star, mas nenhuma mulher resiste a um salto e uma sapatilha. Nunca contrarie uma mulher. Por que uma mulher sabe muito bem se vingar. Ingênuos os que aquela carinha fofinha engana. Uma mulher nunca desce do salto por motivos inúteis. Uma mulher vai sorrir, mesmo quando estiver triste. Ninguém nunca sabe como entender uma mulher, é como se fosse um tipo de enigma, desigualada, diferente.

~ Um cabelo bagunçado, uma unha quebrada, 3 quilos a mais e um canalha. Que mulher nunca? Thays Nobre.  (via cuidar-me)

“Oi” Não, muito informal — rasguei o papel e arranquei outra folha do meu caderno — “Olá” Muito formal, quero algo comum que não me faça parecer infantil ou culta. Desperdicei outra folha, mas isso não me fez querer parar de escrever. “Não sei como começar essa carta, afinal, quem um dia saberá as palavras certas a serem escritas por uma pessoa? Enfim, não quero mais ter que gastar outra folha, tantas já foram amassadas e jogadas ou foram usadas como rascunhos para eu ver como começar tudo isso. Mas o que reinou meus pensamentos foi a ideia de achar que grandes palavras não são tão importantes como grandes sentimentos e, acredite, estou lotada deles. Meu objetivo ao imaginar essa carta era totalmente diferente do que você esta lendo, não falaria nada sobre mim, seria direta e grossa. Falhei, novamente, com minhas ideias. Quantos fracassos já se ocorreram ao longo do tempo? Não cabe a mim achar número tão alto! Realmente não sei a quem direcioná-la ou a quem ela irá chegar, só queria te falar uma coisinha: Nunca, repito, nunca deixe para trás algo, como eu fiz, não se deixe decepcionar por uma ação ou palavra. Em um momento tudo faz sentido, em um piscar de olhos tudo se foi. As mudanças, assim como os arrependimentos, acontecem rapidamente. Não espere que algo aconteça para você perceber o que fez e só depois refletir, se você ainda pode fazer escolhas, pense bem pois depois você irá ver o quanto essa escolha pesará em sua vida.” As palavras estavam prontas, escritas com caneta em uma folha de papel um pouco rasgada, o que fazer? Devo jogá-la para fora ou para o lixo? Alguém um dia iria ler? Já era tarde, aquele papel já não estava mais comigo. (sorrisos-amadores)


sou a única que possui esta foto como icon 


alguém me indica algum tumblr de themes?


Não quero cobertor, não quero meia, não quero casaco… Quero você pra me aquecer.
Sigo olhando tua foto, já faz quase 15 minutos que meus olhos estão parados sob os traços de seu rosto. As palavras de nossa conversa há alguns dias atrás, ainda flutuam em minha mente. Sei bem que minha atitude foi fria demais, sei bem que ainda espera que eu o procure desesperada só para dizer que estava absolutamente errada. Isso não vai acontecer, sabe por quê? O orgulho não tem nada a ver com isso dessa vez, isso que faz com que eu mantenha afastada de você se chama “amor próprio” ou então uma voz chata que resolveu perturbar a minha mente. Aquilo que eu nunca tive durante esse tempo em que você esteve em minha vida, aquilo que sempre me faltou nos momentos em que estive quase cega de tanto amor por ti. Minhas mãos estão tremulas, quase esmagam o telefone envolto por meus dedos… Admito que estou louca pra ouvir a tua voz, reconheço que olhar a tua foto foi o método mais eficiente que encontrei para impedir a mim mesma de correr para a porta da tua faculdade, só pra ver se você está bem. Com todos os pedaços no lugar, entende? Droga. Esse teu silêncio me causa desespero, essa tua ausência me faz sentir um frio insuportável. Minha casa ta parecendo um iceberg de tão gelado. Ontem fiquei parada olhando a mesa e jantar, imaginando você sentado na cadeira do canto esquerdo, com aquele livro amarelado da aula de Calculo II. Te imaginei resolvendo um exercício complicado, bagunçando a frente do cabelo, bufando, xingando baixinho, fazendo careta… Tão irresistível. Era isso que tu sempre fazia nas noites de sexta feira, não é? Era isso que você sempre fazia quando passava o final de semana aquecendo minha casa. Agora, sem você, ela parece tão vazia. É uma merda sabe, é uma merda perceber que eu só fico quente quando você está por perto, é uma merda perceber que mesmo fazendo de tudo pra me afastar eu ainda me sinto como se fosse a outra metade de você. Me diz, quem é que vai te fazer sorrir quando chegar estressado do trabalho? Sério, me responde, você não está sentindo nem um pouquinho de falta das minhas piadas sem graça? Do meu sorriso? Do meu jeitinho engraçado de acordar? Você sempre disse que não viveria sem mim, mas olha só já faz mais de uma semana. Já faz mais de uma semana que esse clima da Antártida se instalou na minha casa. Desde que você bateu a porta dos fundos com força e o barulho se alastrou por cada cômodo daqui a neve começou a cair. E ela não para, nada faz com que isso vá embora. Meus dedos congelaram em volta do telefone, meus olhos estão pregados na tua foto, eu sinto a tua falta… Mas algo dentro de mim sussurra baixinho: “Você já correu atrás demais, está na hora de o deixar ir…”. Ir pra onde? Com quem? Porque não me leva junto então? Eu não gosto de ficar sem você, mas pelo visto, essa voz na minha cabeça não vai se calar, pelo visto eu vou congelar se você não voltar.”
~ Minha casa está parecendo um iceberg, Tatiane Nunes.  (via devaneio-doce)